MAIS UMA RODADA DE NEGOCIAÇÃO DO NOSSO ACT 2017

11:27

Fafen-PR

O RH da Araucária Nitrogenados também se comprometeu a seguir a proposta da Petrobrás no que for pertinente ao Acordo dos trabalhadores da subsidiária, inclusive a validade por dois anos.


11:21

Transpetro segue a proposta da Petrobrás

O RH da Transpetro afirmou que seguirá a proposta da Petrobrás no que for pertinente ao Acordo dos trabalhadores da subsidiária. A empresa mantém na íntegra todos os adicionais, inclusive o de gasoduto.


11:19

Pauta pelo Brasil

A FUP cobra um espaço de negociação com a Petrobrás para continuar discutindo as propostas e alternativas para retomada dos investimentos da empresa, que foram apontadas na Pauta pelo Brasil.


11:15

Auxílio Almoço

A proposta da Petrobrás mantém a migração obrigatória do Auxílio Almoço para Vale Refeição/Vale Alimentação. A novidade agora é que a empresa propõe uma compensação financeira, aumentando o valor em 4,51%, e exclui os reflexos no 13º e nas férias. A FUP está buscando maiores esclarecimentos sobre a proposta.


11:15

AMS

A FUP pede esclarecimentos em relação à proposta da empresa para a AMS. A Petrobrás propõe o reequilíbrio do custeio em 70×30 e uma nova modalidade para o Benefício Farmácia.


11:11

Benefícios Educacionais

A Petrobrás mantém os benefícios educacionais, inclusive o Programa Jovem Universitário, que serão reajustados em 1,73%.


11:11

Jornada do regime administrativo

A Petrobrás mantém a proposta de ampliar a redução opcional de jornada de trabalho para o regime administrativo, que seria extensivo agora aos trabalhadores de qualquer unidade, independentemente de estarem vinculados ou não aos horários fixo e flexível. A jornada semanal será reduzida de cinco para quatro dias, mediante redução de 20% da remuneração, com escolha opcional por parte do trabalhador.


11:05

Adicionais

A Petrobrás mantém todos os adicionais previstos no ACT, inclusive os de Permanência no Estado do Amazonas e a Gratificação de Campo Terrestre, que inicialmente a empresa quis retirar. Todos os adicionais serão reajustados em 1,73%.


11:04

Horas extras

A Petrobrás mantém o pagamento das Horas Extras em 100%, como assegurado no ACT, voltando atrás na proposta inicial de reduzir a remuneração. Em resposta à solicitação da FUP, a empresa remete à Comissão de Regimes e Jornadas o debate sobre as horas extras gerenciáveis.


11:01

Gratificação de Férias

A Petrobrás volta atrás na redução da gratificação de férias, mantendo a remuneração em 100%.


10:45

Troca de turno

Em relação ao tempo de troca de turno, a Petrobrás retirou a proposta de pagar essas horas como extraordinárias e mantém a remuneração em 100%, bem como o tempo de passagem de serviço, conforme garantido no ACT.

 


10:44

Promoção por antiguidade

A Petrobrás volta atrás na proposta de acabar com a Promoção por Antiguidade de Pleno para Sênior nos cargos de nível médio.


10:40

Nova proposta

A Petrobrás apresenta uma nova proposta, mantendo o reajuste salarial em 1,73% e a validade do Acordo Coletivo por dois anos.


10:16

A FUP volta a se reunir com a Petrobrás e subsidiárias para mais uma rodada de negociação do ACT

A FUP inicia a reunião com a Petrobrás, repudiando o fato da empresa ter recebido o juiz federal Sérgio Moro, o que, no entender da Federação, foi completamente inapropriado. “Não somos contrários ao combate à corrupção, mas não podemos admitir que por conta disso se destrua a Petrobrás e todo um setor que é fundamental para o país, como é a indústria de óleo e gás”, destacou o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

Ele citou exemplo de outras empresas que enfrentam problemas graves com corrupção, como a Sansung, a Volkswagen e a SBM, que tiveram executivos presos, mas os investimentos preservados. “A Shell, por exemplo, tem vários processos de corrupção no mundo, está envolvida em lobby aqui no Brasil para ser beneficiada no Pré-Sal e com isenções de tributos e em momento algum teve seus negócios afetados”, denunciou Zé Maria.

“Não aceitamos que um juiz seletivo venha aqui nos ensinar o que fazer, propondo que os trabalhadores sejam dedo-duro, que a evolução patrimonial dos trabalhadores seja acompanhada, gerando crime policianesco na companhia, enquanto os verdadeiros criminosos estão soltos. Pior do que tudo isso é o presidente da Petrobras sugerir monitoramento nos e-mails dos trabalhadores”, criticou Zé Maria, destacando que o custo social da lava jato é muito maior do que os valores que operação devolveu à empresa.

 


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